Justiça, da Blue Comics, por Milton Rafael (fim do arco)

A última parte da saga escrita por Milton Rafael do personagem Justiça, da Blue Comics. A HQ é ilustrada por Renato Moraes e traz muita ação! Confira o resultado:

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Justiça #2 (da Blue Comics), com roteiro de Milton Rafael

Esta é a segunda parte da saga de Milton Rafael a frente da HQ Justiça. Nesta edição uma novidade: a arte ficou por conta de Renato Moraes. Confira a história do personagem criado por João Guilherme a seguir:

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Justiça (da Blue Comics), com roteiro de Milton Rafael

**** A Blue Comics passou por uma reformulação e agora essas histórias foram desconsideradas. Vale como registro e homenagem aos artistas. Novidades virão pela editora!

Milton Rafael é um grande amigo e um roteirista de primeira. Ele escreveu um arco fechado do personagem Justiça, da HQ Blue Comics, em três edições, e como a webcomics não está mais disponível na rede, compartilho a primeira parte dela com vocês pelo meu blog.

A arte da primeira edição é do talentoso Tamie Gadelha (as outras duas têm a arte de Renato Moraes). O personagem principal foi criado por João Guilherme e Wesley D. Menezes.

Para quem quiser, aqui a Justiça #1 (Roteiro de Wesley Menezes e arte de Tamie Gadelha): http://issuu.com/franciscocosta2/docs/justi_a__1?e=4459686/2523955

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Vamps, mais uma HQ não publicada

Esta é outra história da Blue Comics que escrevi o roteiro, mas não publiquei. Como tenho quase todos os desenhos, vou disponibilizar mais essa leitura pra vocês! A arte é do excelente Ricardo Augusto, mas como faltam algumas páginas (1, 5, 10 e 11) vou colocar no lugar o roteiro que eu entreguei destas.

As personagens da HQ Vamps foram criadas por João Guilherme, exceto o herói Cronos, criado por Francisco Costa e Ricardo Augusto.

Vamos lá, espero que gostem:

Edição 1

Queima de Arquivo – parte I

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Página 1

Quadro1: Visão de fora do Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia (http://www.google.com.br/search?q=centro+cultural+Oscar+Niemeyer&aq=f&um=1&ie=UTF-8&hl=pt-PT&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=hyRWUenQJYnA0QGY14GgAw&biw=1366&bih=631&sei=iyRWUfmmJc-n4APu1oHICw#imgrc=Z4RBzzYkqLe52M%3A%3BOiRPWDwZET5ZWM%3Bhttp%253A%252F%252Fteatrocaetanno.files.wordpress.com%252F2011%252F01%252Fg_380_centro20cultural20oscar20niemeyer20as202620042006208.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fteatrocaetanno.wordpress.com%252F2011%252F01%252F03%252Fespacos-culturais-em-goiania%252F%3B1038%3B968).

Narrativa: Espaço cultural Oscar Niemeyer. Goiânia, Goiás.

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Página 5

Quadro1: Corredor de um avião. Há um carrinho levando sucos e refrigerantes (como de costume).

Narrativa: Voo Gol 7920, Rio de Janeiro/Galeão-Goiânia/Santa Genoveva.

Quadro2: Close na aeromoça sorridente oferecendo bebida a um passageiro qualquer.

Narrativa (Carla): “Era perfeitamente compreensível que se cobrasse por bebidas e comida nos aviões. Isso reduzia os custos e tornava, em teoria, as passagens mais acessíveis”.

Quadro3: Close em uma moça bem vestida, mas sexy, sentada em uma cadeira de avião. Apesar de não mostrar os passageiros ao seu lado, ela está no meio. Entre um sujeito gordo e um outro cara qualquer.

Narrativa: Carla Cardoso é temperamental.

Carla (balão de pensamento): Mas a passagem de última hora para esse voo foi uma fortuna e mesmo com antecedência, o preço não está abaixo das concorrentes.

Narrativa: Tudo no universo é formado por energia. Ela é capaz de absorver energia lunar e transformar em raios de luz, além de manipular água.

Quadro4: Aeromoça oferecendo água, refrigerante ou suco para Luna. Ambas com sorrisos falsos estampados no rosto.

Aeromoça: Aceita água, um suco ou refrigerante?

Carla (balão de pensamento): Por que você não enfia no rabo?

Carla: Não, muito obrigada.

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Página 10

Quadro1: Uma Mercedes preta chegando na porta de um prédio comercial.

Narrativa (Melissa Henry): “Nosso contratante pediu queima de arquivo. Paulo Cascata é um bicheiro nacionalmente conhecido e como esse país não tem jeito, ele está solto. E pior, está começando a atrapalhar os negócios de nosso contratante”.

Quadro2: O carro parado e o motorista abrindo a porta. Todas estão de terninhos cinzas ou pretos (Carla e Jessika com saia, ao invés de calça social). A última a sair é Melissa, que ainda está descendo do carro. Melissa Henry vai na frente.

Narrativa (Melissa Henry): “Já está tudo arranjado. Amanhã teremos uma reunião com ele, mesmo sendo domingo. Ele pensa que queremos fechar um grande trabalho com sua construtora, seu trabalho legal”.

Narrativa (Melissa Henry): “Há um extra caso consigamos alguns documentos comprometedores. Se não estiver no escritório, vamos a casa dele. Não deve ser difícil de encontrá-los”.

Quadro3: As três entrando no saguão do prédio. Um porteiro chama o elevador para elas.

Narrativa (Melissa Henry): “Eu falo, Tóxica vai paralisar todos os seguranças. Sei que com um aperto de mão o tapinha nos ombros consegue”.

Narrativa (Melissa Henry): “Só não quero que fiquem inconscientes rápido, precisamos que seu veneno leve uns 30 minutos para fazer efeito. Só precisam tirar um boa soneca”.

Página 11

Quadro1: Dentro do elevador. Há um operador dentro do espaçoso local.

Narrativa (Melissa Henry): “Nem preciso dizer que Animalle e Luna são nossa força bruta, certo? Pro caso de alguma coisa dar errado…”

Quadro2: O operador do elevador apontando para uma sala (porta fechada) no fim do corredor. As moças já estão no corredor e ele saindo (não completamente) de dentro do elevador.

Narrativa (Melissa Henry): “Acho que está tudo muito simples. Nada fora do normal. Nem vamos precisar ser nada além de simpáticas e profissionais. Sem sedução, sem envolvimento de qualquer tipo”.

Quadro3: As moças atravessando o corredor. Vista em plataforma, latertal.

Narrativa (Melissa Henry): “Na verdade, pelo que vamos receber, nunca tivemos um objetivo tão simples”.

Narrativa (Melissa Henry): “Está tão fácil, que parece até…”

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Strikers!, uma HQ nunca publicada da Blue Comics

Eae pessoal, estou retornando as atividades no meu blog. Vou aproveitar a ocasião para postar uma história em quadrinhos feita por mim, Francisco Costa (roteiro), e meu grande amigo Zoreia Diniz (arte). A HQ, que junta alguns personagens da editora Blue Comics, devia ter sido publicada após o primeiro arco de cada personagem envolvido, mas infelizmente o projeto não foi pra frente.

Porém, não achou justo comigo e, principalmente, com o Zoreia esse material ficar no limbo. Por isso, estou colocando a primeira edição aqui da HQ Strikers! Espero que gostem (não reparem nas legendas, às vezes, estranhas, é que o photoshop não separa sílaba muito bem).

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Bem, ainda tenho mais três roteiros para concluir esta histórias, mas por enquanto ficamos por aqui. Se quiser conhecer um pouco melhor os personagens, dá uma olhada na primeira história solo do Justiça e de Zero.

Justiça: http://issuu.com/franciscocosta2/docs/justi_a__1?e=4459686/2523955

Zero: http://issuu.com/franciscocosta2/docs/zero__1?e=0/11162352

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Analisando Dark Souls

Finalmente adquiri o jogo que é considerado o sucessor do dificílimo exclusivo para Playstation 3 Demon’s Souls. A diferença é que este não é mais exclusivo. O game que é, também, da From Software desta vez saiu para o console da Sony e para o X-Box 360 – o sucesso de Demon’s Souls foi grande o bastante para chamar a atenção.

Uma coisa que foi mantida nesta falsa sequência é o cenário de fantasia medieval e a dificuldade. Mantida não, aumentada. Bastante. Tem pouco mais de uma semana que estou com o game e acredito que após as 20 horas já computadorizadas em meus “saves” ainda falta bastante do jogo.

Morrer é inevitável. Nos trailers do jogo que saia próximo de seu lançamento uma frase era comum: “prepare to die” (ou se prepare para morrer). Eles não estavam brincando. Em qualquer outro jogo eu teria simplesmente parado de jogar, mas meu espírito já estava preparado para o que estava por vir. Se em Demon’s Souls eu morria cinco vezes em determinado ponto, em Dark Souls essa contagem é a partir de quinze. Confesso que algumas vezes é até broxante e até pode te confundir, pois parece que você está no caminho errado, pois a dificuldade é muito acima do que espera.

Quer saber mais? Não há mapas e diferente de seu antecessor, existe apenas um cenário aberto a ser explorado em toda a sua magnitude. Os check points distantes um dos outros e dos objetivos, representados por fogueiras que o jogador deverá acender. Muitas vezes, tais fogueiras estão realmente muito longes dos chefes, que são comumente muito difíceis, o que acaba frustrando jogadores com paciência limitada – o que não é o meu caso; como disse, estou vacinado para jogar este jogo.

A história ainda não compreendi completamente e não recorri a nenhum site especializado para escrever este post, então vamos ao básico. O mundo era escuro e existiam os deuses dragões imortais. O tempo passou e surgiu as chamas e com elas a luz e as trevas. Nesse período surgiu o primeiro morto vivo, um rei e seus cavaleiros, uma bruxa e suas filhas e um misterioso ser facilmente esquecido nas lendas. Aliados ao dragão sem escamas eles destruíram o reinado dos dragões “imortais” e se iniciou uma nova era.

Bem, nosso personagem surge no fim desta era, quando as chamas estão se acabando (metaforicamente falando). De fato, segundo o próprio game há somente brasas. Nosso personagem é um escolhido (chosen oneeeeeeeee) entre os undeads – sim, nós somos mortos e parece que vivemos num mundo onde a maioria é assim. Mas eu realmente não sei bem se ele pretende reparar a chama ou destruir todos da antiga aliança.

No game, apesar de estarmos mortos, podemos pegar humanidade pelo caminho (achando em almas de indivíduos, matando chefes e até comprando) e restaurá-la na fogueira. Nos tornando vivos novamente.  É por aí que funciona o sistema online. É bem parecido com Demon’s Souls. Quem está acostumado com ele não terá dificuldades em me entender, então vamos lá: quando você é um morto vivo você pode deixar sinais no chão (através de um item) e estes sinais, serão utilizados por jogadores vivos para te invocar para que você os ajude. E se você está vivo pode utilizar os sinais para invocar… deu pra sacar, né?

Ah, outra coisa que continua é a possibilidade e invadir os mundos como um espírito negro e atacar o jogador. Em todos os casos (menos quando você já está vivo), quando você cumpre sua missão você ganha humanidade.

Como disse, ainda não terminei o game e não sei explicar muito bem toda a história que envolve a trama. Mas um dos pontos que mais decepcionou em relação ao anterior é a ausência de personagens secundários cativantes. Os personagens que encontramos pelo game não tem o menor carisma e não nos motivam em nada a buscá-los. O karma (que é quando você toma alguma atitude no game que altera atrama) é quase nulo. Isso pra mim foi meio que “andar para trás em relação ao primeiro game”. Acredito que este seja o único ponto negativo da “sequência”. Alguns podem também reclamar da trilha sonora, que só está presente nos bosses, mas o silêncio combina muito bem com a ambientação sinistra proporcionada pelos belíssimos gráficos e os ótimos efeitos sonoros.

A variedade de inimigos está muito boa e o número de bosses e sub-bosses (que era praticamente inexistente em Demon’s Souls) está excelente. Todos muito bem feitos e alguns bastante assustadores. O capricho foi tanto nos bosses e subs, que você só irá perceber que o sub é sub, porque ele está inserido no meio da fase (muitas vezes em meio a inimigos comuns), enquanto o boss tem um “lugarzinho” só dele.

Enfim, o jogo está extremamente caprichado e os jogadores hardcores vão ter um prato cheio para desbravar as dificuldade que encontrarão pelo caminho. Dark Souls é extremante recomendado – exceto, claro, para jogadores sem paciência e que não curtam um bom RPG Plataforma no estilo medieval. Agora vamos ver se eu consigo terminar e contar mais da história para vocês…

Ah, vejam os excelentes trailers ao som Silent Comedy que foram usados para divulgar o game:

Não é para os fracos…

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Vlog – Analisando com Chicão (Old School) – SplatterHouse

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